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quinta-feira, 22 de julho de 2010

O Barro e os Deputados

Em quatro e quatro anos vêm novos deputados para o povo do Barro, votar, então em 2010 não vai ser diferente mais uma vez aparecerá novos candidatos a deputado estadual e federal. Eu pergunto o nome do deputado estadual ou federal que você votou (não precisa dizer o número ou a legenda) na última eleição em 2006. Com certeza a grande maioria não saberá nem o nome imagine o número dos candidatos que votou. Por que isso acontece? Você já se fez essa pergunta? Será que é porque eles somente andam em nossa cidade no período eleitoral? Mais porque isso acontece?
Vamos juntos relembrar as últimas eleições em 2006, tínhamos candidatos dos dois lados políticos da época, cada um com os seus deputados entre eles o atual presidente da Assembléia Legislativa do Ceará, ambos elegeram deputados estaduais e federais. Destes quantos andaram em nossa cidade depois das eleições – de ambos os lados ou partidos. Qual o projeto que foi apresentado por eles na Assembléia Legislativa Estadual ou na Câmara dos Deputados Federais para beneficiar nossa gente ou nossa cidade.
Os historiadores sempre dizem que um povo sem memória é um povo destinado a cometer os mesmos erros do passado. Então povo da cidade chamada Barro CUIDADO, pois em 2010, mais uma vez vamos votar em deputado e se não tivermos cuidado vamos cometer o mesmo erro das eleições passadas e eleger pessoas que não tem nenhum compromisso com nossa gente e principalmente com a região do Cariri.
Vamos aqui lançar um desafio para todos que realmente ama e gosta desta cidade e da nossa região o Cariri, mais particularmente a região centro sul, porque não votar somente em candidatos da região do Cariri, tanto deputado estadual e federal. CHEGA! De votar em candidatos da região metropolitana de Fortaleza. VAMOS JUNTOS DIZER NÃO! Ou é do Cariri ou nós NÃO VOTAMOS!
Mais uma vez vamos lembrar do passado, quando o Barro teve até deputado federal e estadual. Lembra? Neste período mesmo não sendo do mesmo lado político o senhor Januário Feitosa (foi deputado estadual e federal) e o Antonio Tavares (foi deputado estadual) fizeram muita coisa por nossa cidade e gente. Imagine se tivessem do mesmo lado e sabemos que faltou pouco para isso acontecer (dizem). Se em 1981, ambos tivessem o mesmo candidato para prefeito. Mais a história é viva e não para de acontecer novos fatos políticos ou não.
Então desde JÁ! E AGORA! Temos que pensar nesta idéia ou proposta para que quando chegar 2010, não venha com seus DEPUTADOS de FORA para nós votarmos! Si não for do Barro, pelo menos da NOSSA REGIÃO DO CARIRI!
UNI – VOS! Povo do Barro. Saudações para Todos os filhos desta Terra chamada Barro.

sexta-feira, 26 de março de 2010

A carta de Pero Vaz de Caminha.


A primeira discussão no primeiro momento sobre a carta do português que tinha como função escrivão da armada de Pedro Álveres Cabral, sobre “achamento” ou descobrimento do Brasil, como disse o próprio Pero Vaz ao rei de Portugal sobre achamento das novas terras para a coroa portuguesa em nome da civilização, pois qualquer cultura fora da Europa era vista como não civilizada a teoria Eurocêntrica. O povoamento das Américas há vários séculos antes dos portugueses chegarem ao Novo Mundo, como chamaram essas terras alem mar, se deu através do Estreito de Bering que ligava a America do Norte a Ásia, uma ponte de gelo quer ligou esses dois mundos.
Então os portugueses de fato somente vieram tomar posse das terras “Brasis” como disse o grande Darcy Ribeiro no seu livro “O povo Brasileiro”. A Carta escrita por Pero Vaz de Caminha tem como principais pontos o mapeamento das condições e possibilidades da terra e a segurança de tornar a nova terra em propriedade portuguesa, além de tornar a posse pública. Assim as novas terras seriam conquistadas pelos mesmos aos poucos pela exploração das riquezas existente no século XVI, pelos conquistadores e exploradores.
Apesar de tudo a Carta não deixa de ser um laboratório formidável para pesquisa como o primeiro documento oficial da historia do Brasil. Analisando a passagem “Todavia tome Vossa Alteza minha ignorância por boa vontade” percebe-se na introdução do autor a forte hierarquização e a posição subalterna do relator. O trecho evidencia que o relator tem um propósito descrever a terra com um interesse específico de informar o rei sobre as possibilidades de exploração. E todo o tempo há uma reverência seja ao rei, seja ao capitão, seja à Igreja, mostrando que o relator não relata algo de seu interesse pessoal, mas deu interesse maior de um Estado, o português e de uma entidade religiosa, a Igreja. Isso mostra que os interesses na nova terra não são individuais, mas sim de todo um projeto de exploração, já que Caminha relata toda visita para outras pessoas que não estavam ali presentes, por isso ele tenta a maior objetividade e clareza possível para atender os interesses da Coroa.
Assim, por meio da sua narrativa o leitor parece entrar numa máquina do tempo e presenciar o momento em que portugueses e índios se encontraram no litoral baiano, quinhentos anos atrás. O Darcy, na introdução do seu livro, descreve o encontro entre os índios e os portugueses – os índios limpos e cheirosos e os portugueses sujos e fedorentos e com escorbuto doença causada pela falta de vitamina C.

A carta apresenta também um duplo valor histórico. De um lado, tem a importância de ser o registro documental do descobrimento ou da entrada do Brasil na história universal, constituindo uma espécie de certidão de nascimento do nosso país. De outro, tem o mérito de revelar que a história se faz também a partir de fatos corriqueiros (como o "baile" organizado por Diogo Dias e seu gaiteiro), protagonizados por pessoas comuns e sem intenções de grandiosidade e heroísmo.

PROFESSOR: UMA NOVA REALIDADE

                                                         UMA NOVA REALIDA As aulas remotas realizadas no contexto do coronavírus são ativida...