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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

O PROFESSOR EM TEMPO DE PANDEMIA E ENSINO REMOTO

 

O PROFESSOR EM TEMPO DE PANDEMIA E ENSINO REMOTO

Em março de 2020, ao chegarmos na escola fomos avisados que a escola iria parar as suas atividades devidos a pandemia mundial do Covid 19, grandes dúvidas e apreensão, ficou por conta de todos da escola neste dia. O “novo normal” surgiu como grande desafio para nossa profissão de professor em tempo de pandemia mundial.

A relevância deste artigo que toda comunidade escolar da E.E.E.P. Professor José Osmar Plácido da Silva assuma uma consciência que a escola é considerada um ambiente propício a atividades de cooperação, por integrar elementos com diferentes culturas e conhecimentos. E que aprendizagem cooperativa também deve ser aplicada na preparação de indivíduos para situações futuras em ambientes de trabalho, onde atividades exigem pessoas aptas ao trabalho em equipe.

Neste artigo utilizamos o método de pesquisa dados qualitativos coletam informações que não buscam apenas medir um tema, mas descrevê-lo, usando impressões, opiniões e pontos de vista. Com objetivo de estrutura ideias e busca se aprofundar em um tema para obter informações sobre as motivações, as ideias e as atitudes dos professores e comunidade escolar em tempo de pandemia. Utilizando os textos dos artigos do Curso Competências Digitais para Docência e toda vivencia no mesmo.

Justifica-se o estudo deste tema no novo normal na educação remota exigiu do professor uma cibercultura, isto é, do novo ambiente comunicacional-cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI, do novo espaço de sociabilidade, de organização, de informação, de conhecimento e de educação. Tivemos de aprender a navega pelo esse novo mundo que é a cibercultura.

O artigo discute as repercussões da crise provocada pela pandemia da Covid-19 em relação à população estudantil e aponta ações de educação remota emergencial que tiveram de ser desenvolvidas e as implicações nos diferentes níveis educacionais. No contexto brasileiro e do Ceará, evidencia-se uma incipiência na apropriação de tecnologias digitais na educação pública, além do acesso à internet no país, no sentido de pensar possíveis políticas educacionais com vistas à manutenção do convívio escolar no “novo normal”.

 José Wilson Pereira Cabral

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

MISÉRIA NO CEARÁ DOS GOMES!

Cerca de 10,6% de toda a população do Ceará recebe por mês, apenas, um oitavo do salário mínimo.
Os números chegam a ser trágicos e trazem uma constatação: o Ceará continua sendo extremamente pobre. No Estado, 909 mil pessoas estão em situação de máxima pobreza e tentam viver com uma renda mensal que chega até R$ 58. Isso quer dizer que 10,6% de toda a população cearense recebem por mês apenas um oitavo do salário mínimo referente a 2009, que era R$ 465. Os dados foram levantados em estudo divulgado ontem pelo Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP), vinculado a Universidade Federal do Ceará (UFC) e são referentes ao ano de 2009, que foi de crise. De acordo com o estudo, os resultados do Ceará colocaram o Estado como a quarta unidade da Federação com maior proporção da população nesse status miserável, ficando em situação menos trágica que estados como Alagoas (14,8%), Maranhão (13,87%) e Pernambuco (11%). Para se ter ideia da discrepância com outros estados brasileiros, em São Paulo, apenas 2,17% dos habitantes estão nessa faixa de renda, assim como o Distrito Federal (2,46%) e Santa Catarina (1,59%). Para Flávio Ataliba, coordenador do LEP, a pesquisa mostra um retrato da situação e deve referenciar as políticas públicas para amenizar o problema. "Não temos pretensão de apresentar soluções para os problemas, mas esse é retrato mostra o enorme desafio que se tem pela frente. Precisa haver mais investimento na infraestrutura social par a um crescimento sustentável da economia", explica.
Já para o pesquisador do LEP, Carlos Alberto Manso, o levantamento mostra que a sociedade cearense enfrenta uma doença. "Estamos mostrando que a febre continua alta. São números de extrema gravidade", comenta o pesquisador.
Na divisão por áreas censitárias, a pobreza extrema aparece de forma equiparada nas zonas rural e urbana. Cada uma apresenta 38% de todos os 909 mil em situação precária.

Mais miséria:

O estudo também divulgou outros dados da pobreza no Estado. Quase metade da população cearense (49,11%), 4,2 milhões de pessoas, sobrevivem com metade do salário mínimo. Nesse quesito, o Ceará é quinto colocado no País. Com um quarto do mínimo, são 24,18% da população do Estado.


PROFESSOR: UMA NOVA REALIDADE

                                                         UMA NOVA REALIDA As aulas remotas realizadas no contexto do coronavírus são ativida...